A Abiquim, Associação Brasileira da Indústria Química, esclarece que sempre defendeu o uso do gás natural proveniente do pré-sal como matéria-prima. E não mudou de posição, como publicou equivocadamente o Poder 360, em matéria de 17 de março.
Ao contrário do que diz a matéria, Abiquim, também não se posicionou a favor da contratação de termoelétricas. E o motivo é claro e óbvio: ela entende que a restrição do mercado do gás do pré-sal com direcionamento para queima não aproveita o melhor do valor agregado do gás natural a ser utilizado na indústria química.
A implantação de gasodutos de transporte às custas do consumidor não tem qualquer relação ou alinhamento com a pauta da Abiquim. A Associação apoia que a infraestrutura seja ampliada e compartilhada, mas isso não significa que ela defenda térmicas na base.
Por fim, a Associação estranha não ter sido procurada para esta matéria e repudia qualquer tipo de interpretação que distorça seus posicionamentos.