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QBRASIL - A química na construção do Brasil que queremos
Quarta-Feira, 01 de Abril de 2026
A Abiquim lança a série editorial QBRASIL, que, a cada edição, convida o leitor a refletir sobre uma pergunta central: que Brasil a química ajuda a construir? A proposta é evidenciar, de forma objetiva e baseada em dados, o papel da indústria química no desenvolvimento sustentável do país. Em textos curtos, a série trará respostas concretas por meio de indicadores, iniciativas, parcerias, políticas públicas e exemplos reais da atuação do setor.
Mais do que uma narrativa institucional, QBRASIL apresenta a química como parte da solução para os desafios nacionais — conectando inovação, competitividade, segurança e qualidade de vida. Acompanhe, agora, o primeiro tema da projeto:
Mais eficiência na transição energética: que Brasil a química ajuda a construir?
A transição para uma economia de baixo carbono passa, necessariamente, pela química. O setor viabiliza tecnologias e materiais que ampliam a eficiência energética, diversificam a matriz e reduzem emissões em diferentes cadeias produtivas.
Da produção de biocombustíveis a materiais para energias renováveis, como solar e eólica, a química está na base de soluções que impulsionam a descarbonização. Também exerce papel central no desenvolvimento de insumos para baterias, hidrogênio de baixo carbono e tecnologias de captura e utilização de carbono.
Na prática, esse avanço se traduz em iniciativas concretas. A utilização de telas catalíticas, por exemplo, permite o abatimento anual de cerca de 60 mil toneladas de CO₂. Projetos de integração energética reduzem o consumo de vapor e gás natural, evitando a emissão de outras 10 mil toneladas por ano. Já operações de simbiose industrial — com reaproveitamento de gases residuais entre empresas — acumulam, desde 2010, a redução de mais de 703 mil toneladas de CO₂.
O uso crescente de fontes renováveis também reforça esse movimento. Um exemplo é a adoção de energia proveniente de biomassa, que contribuiu para elevar em 4,8% a participação de fontes renováveis no consumo energético de polos industriais e reduzir, em média, 27% o fator de emissão da energia elétrica utilizada.
Com inovação, escala e capacidade produtiva, a indústria química fortalece a competitividade do país e acelera a transição energética de forma segura e eficiente — em linha com compromissos globais como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.
Q de química. Brasil de futuro. QBrasil.