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Abiquim e Câmara de Comércio Exterior se reúnem em Brasília para debater cenário da química no Brasil e no mundo

Segunda-Feira, 19 de Fevereiro de 2024

Integrantes do workshop e à direita, André Passos Cordeiro e Marcela Santos de Carvalho
Foto: Abiquim/Divulgação


A Abiquim se reuniu, no dia 07 de fevereiro, com integrantes do Comitê Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) para debater a dinâmica e a importância da indústria petroquímica no mundo e no Brasil. Na reunião temática, realizada no Ministério do Desenvolvimento da Indústria e Comércio (MDIC), especialistas da S&P Global apresentaram um panorama do cenário de comércio internacional no setor e as oportunidades que se abrem para o Brasil na nova economia mundial com padrões mais sustentáveis.

 

O workshop traçou o cenário macroeconômico e energético global e regional, trazendo ao Gecex dados de competitividade da indústria química, além de insights sobre capacidade produtiva, matriz energética, tecnologia e principais gargalos. Os analistas apresentaram experiências das principais políticas e iniciativas internacionais para o fomento do setor e demonstrou quais delas poderiam ser aplicadas no Brasil de forma urgente, principalmente para frear um aumento anômalo de importações. Em 2023, houve um incremento de 30,9% no volume de produtos vindos para o Brasil de forma predatória, com uma queda média de 28,6% dos preços nessas operações.

 

A secretária-executiva da Camex, Marcela Santos de Carvalho, disse que a série de reuniões temáticas foi iniciada pela indústria química justamente por sua importância para a economia brasileira. Segundo ela, “esses encontros são elucidativos e importantes para a tomada de decisões calçadas em dados confiáveis.” 

 

O presidente-executivo da Abiquim, André Passos Cordeiro, reforçou a importância da apresentação dos dados para que fiquem evidenciados os potenciais e as oportunidades que a indústria brasileira possui. “As informações da S&P são independentes e trazem com precisão o quanto ainda podemos contribuir para o futuro do país, mas, para isso, precisamos de um olhar crítico e atento para a implementação de políticas assertivas”, disse.