Entidades de setores de base participaram nesta segunda-feira (22), no Rio de Janeiro, de um encontro com o deputado federal Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência da República. Estiveram presentes os executivos da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim); Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq); Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB); Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e Instituto Aço Brasil. A Abiquim foi representada neste encontro por seu presidente-executivo, Fernando Figueiredo. Juntas, essas entidades representam 32% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional e geram cerca de 30 milhões de empregos.

O encontro serviu para que empresários e dirigentes industriais ouvissem as propostas do presidenciável para a economia, especialmente no tocante ao desenvolvimento da indústria, e também para apresentarem os temas que avaliam como importantes para o desenvolvimento do país.

Representante da construção civil e do mercado imobiliário, a CBIC elegeu como tema mais importante a geração de novos empregos, desafio essencial para reaquecer a economia e devolver a dignidade a milhões de trabalhadores que perderam seus postos de trabalho.  Coube ao presidente-executivo da Abiquim falar sobre a necessidade do ajuste fiscal, abordando questões fundamentais para o País como as reformas Tributária e da Previdência.

Ao longo da corrida presidencial, a Abiquim, com o apoio da Deloitte e de suas associadas, preparou o estudo intitulado “Um outro futuro é possível”, que apresenta propostas específicas para a retomada do desenvolvimento do setor químico pelo aproveitamento dos recursos naturais brasileiros – petróleo, gás e biodiversidade – gerando riqueza para o povo brasileiro.

Como entidade apartidária, a Abiquim entregou o documento às equipes dos candidatos Álvaro Dias, Ciro Gomes, Fernando Haddad, Geraldo Alckmin, Henrique Meireles e Jair Bolsonaro. Ainda na reunião desta segunda-feira, Fernando Figueiredo entregou o estudo ao deputado Ônyx Lorenzoni, cotado para ser o Ministro da Casa Civil em um eventual governo do candidato Bolsonaro.

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